quinta-feira, 9 de novembro de 2017


          Inclusão de deficiente


                

Hoje posso afirmar que sou desconhecedora de diversos assuntos e tramas que permeiam a educação, após a leitura do texto: “Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente” de Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues e de Assistir o vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, resultou em noções a respeito deste tema, que certamente devem ser aperfeiçoadas.
O movimento de inclusão provocou indispensáveis e significativos debates a respeito do ensino oferecido para todos inclusive aos deficientes. E que os procedimentos pedagógicos proporcionem o desenvolvimento cognitivo de todos, incluindo e principalmente aumentando as expectativas associadas à aprendizagem.
Historicamente não percebemos soluções significativas, mas encontramos um norte para reflexões. As políticas públicas deveriam, ou melhor, tem a obrigação de planejar, preparar e estabelecer sistemas educacionais inclusivos efetivamente, visto que a escola é um espaço essencial e de destaque para conciliar a diversidade e construção da cidadania.
Neste momento percebo que a inclusão proporciona aos educadores não só analisar, mas também aprimorar suas práticas pedagógicas, revendo suas metodologias, face às particularidades da diversidade. Propiciando e promovendo o desenvolvimento, contemplando e valorizando as diferenças existentes na sala de aula, visto que cada aluno é um ser único tem suas particularidades, sua bagagem.
Fornecer as mesmas oportunidades e as mesmas condições não só de desenvolvimento, mas também de aprendizagem é a Incumbência da inclusão escolar. Tornar todos os alunos seres independentes e autônomos, independente de possuírem ou não alguma deficiência ou descenderem de raças diferentes.
Outro ponto marcante é que devemos nos opor a educação tradicional, principalmente no que tange a forma e o ritmo de aprendizagem, visto que a diferença deve ser valorizada na sala de aula. A valorização das diferenças e o respeito à diversidade ocasionam significativas e importantes transformações para todos dentro e fora da escola, esta transformação será não somente pedagógica, mas também cultural e social.
Finalizando a inclusão continua enfrentando incontáveis barreiras e ainda tem um imenso percurso a cruzar, mas é latente a urgência em preparar a escola para receber as diferenças. Que a escola seja um local que efetivamente valorize, respeite e desenvolva um trabalho que abrace todos.

Referência:

Imagem disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj40dIaX9vNqdi7sLEZe5ex-xL26ci6lN6tQ7BWR3s2cOxsHM-cCX4v5OKkedssfaM-Ezp33DxGo9o9ld-zDkMkmy289G1b-ixXdvqfTRZqk7kEJrfdCtmHpfbaXK_Yry9-2YLJB54RXkaQ/s1600/diagrama%C3%A7%C3%A3o+1.png> acesso em 05 de Set. 2017.

Vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil. Disponível no Youtube: <https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M> acessado em: 04 set. 2017.


Rodrigues, Olga Maria Piazentin Rolim. Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente / Olga Maria Piazentim Rolim Rodrigues, Elisandra André Maranhe. In: Práticas em educação especial e inclusiva na área da deficiência mental / Vera Lúcia Messias Fialho Capellini (org.). – Bauru: MEC/FC/SEE, 2008.
             Dossie na inclusão

           
Imagem: <https://gabyyluisa.files.wordpress.com/2011/07/especial2.jpg>


Interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais fomos motivados a realizar um levantamento de dados de inclusivos e percebi dados alarmantes que nós educadores não temos a formação adequada para receber este público.
Minha escola tem aproximadamente quinhentos e trinta (530), destes vinte (20) são devidamente diagnosticados e recebem atendimento especializado na “Sala de Recursos” somos ao todo quarenta e cinco (45) professores e apenas uma professora tem formação em Educação Especial. 
O atendimento na especializado é individual e em grupo, utilizando materiais diferenciados como ferramenta de apoio desses alunos de inclusão.
A professora que trabalha na sala de recursos procura trabalhar em conjunto com os demais professores para desenvolver e concretizar a inclusão desses alunos. Em nossa escola procuramos enfatizar o ensino e sempre procuramos oportunizar novas condições de aprendizagem.
Longe de sanarmos todas as particularidades de cada atendimento, procuramos encontrar um norte. Após as leituras e o levantamento de dados na escola, percebo que nossa escola é carente de professor especializado.
O professor deve estar atento à interação estabelecida entre os alunos com e sem deficiências, promovendo, não só as aprendizagens acadêmicas, como o relacionamento entre eles e o aumento da autoestima da criança com deficiência, auxiliando sua integração na classe. A segregação ou integração depende do tipo de relação estabelecida entre a pessoa com deficiência e aquela que não a apresenta.
E que para uma efetiva inclusão todos ou grande parte do quadro de professores deveria ter uma formação especifica aprimorando suas práticas pedagógicas, revendo suas metodologias, face às particularidades da diversidade.
Pressuponho que assim irá promover o desenvolvimento, contemplando e valorizando as diferenças existentes na sala de aula, visto que cada aluno é um ser único tem suas particularidades, sua bagagem.
Presumo que a escola onde trabalho esteja caminhando para tornar-se um local verdadeiramente que valorize, respeite e desenvolva um trabalho que envolva todos.

Referências:

Rodrigues, Olga Maria Piazentin Rolim. Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente / Olga Maria Piazentim Rolim Rodrigues, Elisandra André Maranhe. In: Práticas em educação especial e inclusiva na área da deficiência mental / Vera Lúcia Messias Fialho Capellini (org.). – Bauru: MEC/FC/SEE, 2008.


Vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M> acesso em 31 ago. 2017.


                   Laudo Médico X Laudo


A cada leitura uma nova aprendizagem... foi assim com a leitura da Nota Técnica 04/2014 do MEC/SECADI/DPEE, e a visualização do vídeo da entrevista realizada com o Professor Carlos Skliar:  "o papel da escola, do professor e da educação inclusiva", para a Interdisciplina Educação De Pessoas Com Necessidades Educacionais Especiais que sanou dúvidas que permeavam minha atuação como professora que tem crianças e adolescentes com necessidades especiais com e sem laudo médico.
 
Até o presente momento acreditava ser indispensável um laudo médico não só para incluir uma criança com dificuldades na escola regular, mas também para encaminhá-la para atendimento em sala de recursos por exemplo. 



Porém tenho convicção que nem todos na escola têm conhecimento desta nota técnica, observo vários colegas exigindo dos pais um laudo que especifique qual o problema a criança tem, percebo que na maioria das vezes esta exigência não tem como objetivo melhor atender a criança contrariando todo o sentido da inclusão.

Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15898-nott04-secadi-dpee-23012014&category_slug=julho-


     Reflexão sobre o texto"CROCODILOS E AVESTRUZES" 



Após a leitura do texto “Sobre crocodilos e avestruzes: falando de diferenças físicas, preconceitos e sua superação”, da psicóloga e professora Dra. Ligia Assumpção Amaral, através das representações de animais “crocodilos” e “avestruzes” com o intuito de relacionar com as diversidades e diferenças humanas.
Ser diferente é algo extremamente comum, porém a incompreensão perante as diferenças não só físicas, mas também comportamentais ou de personalidade ainda ocorre. Se os padrões destoam do que a sociedade ou determinado grupo aponta como certo logo você é apontado como anormal.
Deveríamos refletir o quanto é saudável ser diferente, e como através das diferenças existem incontáveis maneiras de superarmos as dificuldades e quando deixamos de lado o preconceito um leque de novas possibilidades se abre. A única possibilidade negativa que pode ocorrer é a perda, perda de aprendizagem, compreensão, entendimento, humildade e entendimento que todos somos diferentes.
Através da figura do crocodilo e do avestruz a autora aborda questões que favorecem e contribuem para a construção do preconceito especialmente os relacionados às pessoas com deficiência. O crocodilo tem o papel de mostrar as barreiras que construímos com relação às pessoas com deficiência, o papel do avestruz por sua vez mostra como às pessoas que vivem e as que não têm deficiência agem introspecção perante o outro.
Se enxergar ou não no outro, reconhecer e se perceber aciona os mecanismos de simulação, compensação ou atenuação para convivermos com as outras pessoas. Desenvolvemos esses mecanismos de proteção e aversão, pelo prisma do termo “diferença” esta questão não integraliza valores positivos nas relações, bem pelo contrario ela trás distinção. Para reconstruirmos positivamente o sentido de “diferente” devemos primeiramente abolir o tratamento de diferentes como uma normalidade.
Nosso papel como educador creio que primeiramente é rever nossas práticas escolares, nestes dez anos de trabalho na rede estadual de ensino sempre procurei pensar e refletir sobre minhas práticas pedagógicas, porém, hoje diante de novas aprendizagens, percebo que ainda estou em desenvolvimento quanto à abordagem das diferenças.
As incertezas permeiam minhas práticas para construção da aceitação que todos somos diferentes, afastando de vez o preconceito não só do ambiente escolar, mas também de todos os ambientes que passamos. A diferença é uma oportunidade latente de vivenciarmos, convivermos e aprendermos um universo de novas experiências. Esta metamorfose comportamental proporcionaria novas possibilidades de aprendizagem nesta diversidade.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Eixo IV

Que maravilha estudar, aprender, interagir e principalmente socializar, nossa primeira aula presencial reuniu todos estes elementos aliceradores essenciais para a construção de educadores comprometidos.
Na Interdisciplina Seminário Integrador IV debatemos importantes mazelas da interdisciplina, foi realizada uma dinâmica. Nos reunimos em pequenos grupos para discutir sobre situações/vivências/experiências que envolvessem diversidade e preconceito no âmbito pessoal, após escolhemos uma situação debatida/escolhida para representar em um desenho e narrativa (nossa em questão de segundos inúmeras narrativas surgiram), na apresentação também apontamos uma lista de certezas e dúvidas sobre o que elas consideram sobre diversidade e preconceito.




Aprendizagem

             Aprendizagem

Final de férias, inicio de um novo ciclo, um novo semestre. Quando poderíamos imaginar que com um piscar de olhos estaríamos aqui no Eixo VI, foram tantas situações, medos, anseios, desafios e principalmente aprendizagens.
Por falar em aprendizagens ao acessar o moodle logo na primeira tarefa da Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II fomos convidados a discutir sobre aprendizagem.
O que é aprendizagem?
Aprendizagem uma palavra com muitos significados que nos acompanha desde o nascimento. O nosso primeiro suspiro, nossa primeira alimentação, nossos primeiros passos. Aprendizagem é um desenvolvimento de habilidades, conhecimentos e comportamentos obtidos e alterados, que podem ocorrer por meio de estímulo e impulso.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

worshop



     O workshop do eixo V, foi um momento de troca maravilhoso,consegui conhecer um pouco do universo escolar de outras colegas.
        Ficou claro em nosso estado as escolas necessitam de mudanças drásticas urgentemente.
       Neste post também vou agradecer todos que estão me apoiando e ajudando nessa trajetória.
       Ao meu marido e meus filhos pelo o apoio , ajuda e paciência. Obrigado pelo carinho e por trazerem paz na correria do semestre. Aos tutores pela dose de incentivo,mensagens motivadoras e dedicação. As colegas Ania, Rochele  e a Caroline por estarem sempre prontas e disposta a me ajudar,na alegria, tristeza, dore, aprendizagens compartilhadas.Com vocês as  pausas entre um parágrafo e outro de postagens,sínteses e reflexões melhoram tudo o que tenho produzido.
     

 RUMO AO EIXO VI

      FOCO, FORÇA E FÉ!!

Releitura da postagem ; Ser ético Data: 9 -11-2017    Essa postagem refere-se a ética  profissional. A ética deve ser uma prática de tod...